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Como aplico online esse tal "marketing"?

Uma coisa difícil de aceitar: você não é a pessoa mais importante para sua empresa, tampouco seu chefe.

Você pode ter a melhor linha de produtos, ser o mais carismático e manter as contas sempre perfeitas, mas se não for útil, nada adianta.

 

A pessoa mais importante para sua empresa é seu cliente. Ele é quem sustenta seu salário, a internet que seu computador gasta enquanto está matando horas nas redes sociais e também sustenta a gasolina aditivada da Land Rover do seu patrão. Se ele para de comprar seu patrão vai começar a andar de ônibus e você terá que roubar wi-fi do vizinho.

 

Se o consumidor é quem sustenta seu negócio, então por que não vender de forma que ele fique feliz em comprar?

E mais, porque diabos ele tem que ficar feliz com a compra e não só pegar o que quer e ir embora?

 

Porque o mundo está conectado. As pessoas podem até estar mais distantes uma das outras, mas estão interagindo mais do que nunca e a opinião de uma é compartilhada para dezenas. Em poucos minutos essas dezenas podem se tornar milhares. Se alguém fica feliz com a compra ela compartilha esta informação

 

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"Comprei um Razer Nostromo na MDT para jogar World of Warcraft.

Agora a Aliança vai comer na minha mão! huahua" 

 


A informação é compartilhada, todo o tempo, o tempo todo. Principalmente as ruins.

É muito mais fácil alguém reclamar por motivos pífios do que elogiar por um trabalho maestro. E é por isso que o foco de toda essa conversa é ser conveniente para quem compra e divulga o que você faz.

 

Como ser conveniente estando online

A definição de marketing que mais gosto pode ser encontrada na Wikipedia:

     "Marketing é a entrega de satisfação para o cliente em forma de benefício" (KOTLER e ARMSTRONG, 1999)

Ou seja, se mostrar o benefício que seu produto traz e as pessoas não se incomodarão em comprar. Torne sua marca atrativa e ela será respeitada em toda parte.

 

O primeiro passo é não pensar em negócio, mas focar nas pessoas. Uma pessoa normal e mentalmente saudável não se interessa por especificações técnicas do produto, mas pela utilidade que ela traz. Mais importante que isso, pela dor de cabeça que evita.

 

Quem compra uma pastilha de freio para o carro não pensa em frear. Pensa em pode acelerar sem se preocupar - pois se precisar reduzir a velocidade sabe intuitivamente que vai acontecer, sem estresse nem preocupação. O freio não é a habilidade de parar, mas a possibilidade de seguir adiante.

 

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"EU ADORO ESSA PASTILHA DE FREIO!" - ninguém jamais gritou isso à 120 por hora.

 

Da mesma forma isso acontece online. Uma mulher que vai seguir uma página de lingerie nas redes sociais não quer saber se o algodão tem mais celulose ou poliéster - quer saber se pinica ou não. Não dá preferência por um produto normal pelo mesmo preço - mas se interessa com quais tipos de roupas dá para usar sem marcar.

Parece loucura você falar de moda em geral se sua página só vende lingerie? Para sua consumidora não.

 

A Razer é uma empresa de nicho com produtos voltado para jogadores (como o keypad mostrado no início do artigo). No site deles você encontra dicas dos melhores jogadores do mundo, em várias modalidades, e a possibilidade de você se cadastrar como um dos pró-gamers. É conteúdo criado e compartilhado que reforça a força da marca e a venda de produtos.

 

Criar conteúdo interessante e útil é a chave. Quanto mais o usuário interagem com sua marca mais ele se pré-dispõe a comprar e mais ele compartilha suas informações para outras pessoas experimentarem a mesma informação. Com o tempo é possível indentificar quais assuntos mais interessam seus clientes e aí as oportunidades são infinitas: descobre-se novas formas de abordagem, valoriza-se pontos de interesse no site e no ponto de venda e até criam-se linhas novas de produto.

 

A partir do momento em que sabe-se para quem vende e os motivos pelos quais a pessoa compra, mais você pode gastar tempo comentando postagens de amigos e mais seu chefe pode rodar com um carrão. É uma relação ganha-ganha limitada apenas pela sua ambição.

Sobre Henrique Giacometti

Publicitário e estudante de engenharia elétrica, sempre buscando aprender mais sobre tudo.

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